Isabel
Vasconcellos
Meu Histórico
Abaixo, nessa página, você encontra também um pouco da história dos profissionais que cuidam de mim .
Sou escritora (com seis livros publicados) e produtora e apresentadora de TV
e nasci numa família de
produtores de imagem. Por isso,aprendi
a fotografar e revelar fotografias em laboratório aos 8 anos de idade. Aos 14,
realizava curtas experimentais em 16mm. Comecei na na imprensa aos 16, como
fotógrafa e repórter de um jornal do bairro paulistano, o Jornal do Brooklin.
Estudei no Colégio São Luiz, na extinta Escola Superior de Cinema da Faculdade
de Economia.
Free lancer em fotografia, produção de rádio e TV
para
agências de publicidade e indústrias por mais de 10 anos; escrevi crônicas
assinadas para o
Diário Popular de 77 a 84 e, no começo dos anos
oitenta, fui para a TV.*
(veja
abaixo, nessa página)
Sou
ainda colaboradora de revistas médicas, da revista do Grupemef, realizei
inúmeros vídeos e videotecas médicas para associações de peso como APM e outras,
além de ministrar palestras e publicar artigos de
sobre a condição social e cultural das
mulheres no Brasil e no mundo.
Atualmente escrevo também para os sites:
CLIQUE AQUI para ver um vídeo de 5 minutos que a produção do programa do Paulinho Boa Pessoa fêz sobre mim.
SE VOCÊ ME QUER, AO VIVO, NO SEU EVENTO, LIGUE (11) 9382.0438 e fale com o Caetano
foto de Mauricio Ruegenberg, corte de cabelo por
Esteban (Jacques Janine 1, 3082.6133), cirurgia
plástica por Dr. Paulo Jatene (3256.5552)
Atividades na TV:
desde 2007
Produção e Apresentação do Programa Só Saúde (ao vivo, de segunda a sexta) na ALL TV
De Novembro de 1999 a Novembro de 2006
Produção e Apresentação do
Programa Saúde Feminina (ao vivo, de segunda a sexta) na
REDE MULHER DE TV
1999
Produção e Apresentação do quadro 40 ou Mais no programa Mulheres da TV GAZETA e CNT
1997 a 1999
Participação e apresentação do quadro Saúde Feminina no programa
Viva o Show, na CNT e Canal Comunitário
1997 a 1998
Apresentação do programa Debate Aberto (ao vivo) na TV SENAC
1994 a 1998
Produção do programa Junta Médica na Rede Mulher de TV

1994 a 1997
Produção e Apresentação do programa Condição de Mulher na Rede Mulher de TV
(Clique AQUI para assistir um programa Condição de Mulher, da Rede Mulher, exibido em 11 de novembro de 1996. O então Secretário Estadual da Saúde, Dr. Guedes, fala de aborto e parto e também a posição da jurista Floriza Verucci)
1994
Produção do programa Med Sport na Rede Mulher de TV
1984 a 1989
Produção e Apresentação do programa Condição de Mulher na TV Gazeta e Rede Record (Clique AQUI para assistir um programa Condição de Mulher exibido pela TV Gazeta e outras emissoras do Brasil em fevereiro de 1987. Andrea Dantas, hoje a editora da revista Caras, era a repórter e o entrevistado é o Dr. Pinotti, na época, Secretário Estadual da Educação. O tema? Planejamento Familiar!)
1984 a 1989
Produção do programa Junta Médica na TV Gazeta e Rede Record
1985 a 1988
Produção do programa Papo&Repapo na TV Gazeta
1985 a 1986
Produção do programa Saúde da Criança na TV Gazeta
Outras atividades:
2002 até hoje
Artigos semanais sobre a Condição da Mulher para sites na Internet
desde 2000
Atualização do site www.isabelvasconcellos.com.br
1989 a 1994
Direção, comercialização e produção da Videoteca Científica da Associação Paulista de Medicina
1977 a 1984
Crônicas semanais assinadas para o jornal Diário Popular
1969 a 1974
Crônicas, reportagem e fotografia para o Jornal do Brooklin
Décadas de 70 e 80
Publicitária free lancer para inúmeras agências de propaganda e clientes diretos. Criação, redação e produção.
Colaboração, como redatora, para diversos órgãos da Imprensa, em S.Paulo, Minas e Bahia.
Passatempos:
Leitura, Fotografia, Produção de Vídeos Domésticos e Jardinagem.
Livros Publicados:
2000 - Histórias de Mulher,
Editora Scortecci
2002 - 50 Anos da Rosa - A História
da Pestalozzi em S.Paulo, Editora
Universal
2004 – A Menstruação e Seus Mitos,
Editora Mercuryo
2005 - Sexo Sem Vergonha, Soler
Editora
2006
- Todas As Mulheres São Bruxas,Soler Editora
2007
- Depressão na Mulher (escrito com Dr. Kalil Duailibi)
Editora Segmento
Livros já escritos e a publicar:
O Fantasma da Paulista
O Poder E As Estrelas
SuperMulheres
O Milagre E O Sonho
Menopausa, O Que Elas Querem Saber
(com Dr. César Eduardo Fernandes)
Meu Nome é Isabel Porque Nasci em 13 de Maio
Nasci
no dia 13 de maio de 1951.Por causa da Princesa Isabel, que libertou os
escravos, chamaram-me Isabel. Quando nasci era domingo, Dia das Mães.
Nasci na Rua Vergueiro (aqui pertinho da Paulista, onde moro há mais de
duas décadas), em casa, com parteira (que se chamava Amélia, o mesmo
nome da minha avó materna). Minha mãe, Wanda (na foto, me
segurando)tinha 39 anos quando eu nasci e eu só tinha dois irmãos
(Alfredinho, 17 anos mais velho que eu, e Alvan, quinze anos mais
velho).
Nasci às 10 e 15 da noite e, lá em casa, ninguém prestou muita atenção ao meu nascimento porque estavam todos muito ocupados, diante daquele novo invento que dominava a sala de visitas: a TV. É engraçado que eu tenha nascido sob a sombra da TV e que a TV tenha sido, afinal,um dos mais importantes trabalhos da minha vida.
Meu
pai, Alfredo, a quem todos chamavam "Vasco", era um pioneiro na
tecnologia do cinema em 16mm. Meu irmão Alvan passou a vida dirigindo
emissoras de TV. Somos uma família da Imagem. Meu pai e e meu irmão já
morreram. Mas a minha mãe outro dia, vendo a minha filmadora digital,
comentou que meu pai ficaria maluco com uma câmera dessas... Aliás,
quando eu decidi que faria vestibular para a Escola de Cinema, meu pai,
em 1968, disse:
- Besteira, minha filha. Você deveria fazer eletrônica. A eletrônica é que é o futuro da imagem!
E como ele estava certo!!!
Hoje,
quando eu completo 55 anos de idade, quero erguer um brinde à memória do
Velho Vasco, meu pai, e ao meu irmão, Alvan (comigo, no lançamento do
meu primeiro livro, nesta foto), que tudo me ensinaram sobre imagem e
sobre TV. O outro brinde é a minha mãe, Wanda, que, hoje, aos 94 anos de
idade é mais lúcida do que eu e ainda me aconselha. O outro é ao meu
companheiro, Mauro Caetano, com quem vivo a felicidade do amor há 23
anos. E o último é à Rede Mulher de TV, que me proporciona a enorme
alegria de estar, todos os dias, fazendo o programa Saúde Feminina.
Isabel, 13 de maio de 2006

22 de fevereiro de 1912 é a data de nascimento de Wanda Gonçalves de Almeida Vasconcellos, minha mãe. A ela, que também foi uma mulher à frente do seu tempo, eu devo a minha consciência da nossa real condição feminina na sociedade. Para saber mais sobre ela, vá à página Memória.
CONHEÇA O ESTEBAN, QUE CORTA O MEU CABELO HÁ UMA DÉCADA!

Esta simpatia de pessoa nas fotos é o Esteban. Ele nasceu em
Buenos Aires. A família dele trabalha com couros e com peles, mas a mãe tinha um
salão de beleza. Ainda criança, Esteban descobriu, no salão de sua mãe, a sua
vocação. Jovem, trabalhou como cabeleireiro, mas este não era o sonho de sua
mãe, ela queria que Esteban estudasse, virasse doutor. E lá foi o nosso herói
fazer arquitetura. Mas, realmente, não era a praia dele. Então ele foi para o
teatro e brilhou, por algum tempo, nos palcos de Buenos Aires.
Em 1980, desiludido com a política de seu país, resolveu passar uma época no Brasil. Hoje, ele se diz argentino mas com muito, muito de brasileiro. Só voltou à Buenos Aires, várias vezes, a passeio.
Foi no Brasil, em S.Paulo, que Esteban redescobriu a sua vocação para fazer as mais belas cabeças femininas.
Engraçado como eu o descobri. Foi em 1995. O meu
cabeleireiro de então estava me enrolando. O corte chanel (que uso até hoje) já
não estava no auge da moda e o meu cabeleireiro se recusava a fazê-lo do jeito
que eu gosto: com a nuca batida e mais alto no topo da cabeça. Muito brava,
comecei a telefonar para todos os salões chiques da cidade e perguntava às
recepcionistas se, naquele salão, existia algum profissional que fizesse o corte
que a cliente quisesse e não o que ele quisesse. As respostas eram sempre
evasivas porque a maioria dos profissionais quer sim mandar no nosso cabelo.
Mas, quando eu liguei para o Jacques&Janine da Rua Cubatão (que hoje está no
Shopping Paulista), a moça foi decidida:
- Tem sim, senhora - ela respondeu - é
o Esteban.
Marquei hora com ele e fui lá. E nunca mais quis saber de outro cabeleireiro. Até hoje, todos os meses, quem mantém meu cabelinho chanel que eu adoro é o Esteban, que, agora, está de volta ao salão onde começou: O Jacques&Janine numero Um, que fica ali na Augusta, quase esquina com a Oscar Freire. Beijos e beijos pro Esteban. Meu amigo. Se você também quer um profissional de primeira, que respeita o que você pensa que deva ser o seu cabelo, ligue pra ele. (011)3082.6133. Aposto que você não vai se arrepender!
Iolanda, a manicure arretada (e a bacia da Ana Maria Braga)
Iolanda nasceu em Guaramuns (é, na terra dele) e sua avó
paterna tinha o sobrenome Ignácio da Silva.
Cresceu, lá, na lavoura de sua família. Casou-se e começou a se matar de tanto trabalhar. Cuidava dos negócios do marido e também da casa, onde viviam 12 pessoas, algumas que trabalhavam para o casal e outras que eram da família. O marido a maltratava, exigia que ela trabalhasse demais, não tinha carinho e ela foi se cansando. Um dia,- num gesto feminista de libertação- catou os dois filhos pequenos e a empregada fiel e, com eles, se mandou para São Paulo. Aqui, ela tinha um compadre, do qual ajudara a criar os filhos. Ele arrumou para ela um emprego de servente na TV Record. Isso foi em 1993. Mas o negócio da Iolanda, desde criança, era fazer unhas. Pequenininha, lá na terra do Lula, ela já fazia as próprias unhas com a tesourinha da irmã. Logo, logo, os artistas e os diretores da Record começaram a descobrir o talento da moça, que fazia as unhas deles depois do expediente. E, assim, de servente ela passou a ser a manicure da TV Record. O Raul Gil, quando se mudou para a Bandeirantes, exigiu que Iolanda passasse a ir ao Morumbi para continuar fazendo as unhas dele. Ela fez as unhas de Adriane Galisteu, de Eliana, de muitos atores de novela. Todo mundo adora. As minhas unhas ela já faz há muitos anos e, um dia, trouxe, para fazer os meus pés, uma bacia que a Ana Maria Braga esqueceu na Record quando se mudou para a Globo. (Ana, se você quiser a bacia de volta é só pedir, viu?). E eu faço os meus pés na bacia da Ana. Que honra, hein?
Iolanda,
que, na sua terra, andava armada para se proteger dos assaltantes quando ia
fazer as cobranças, em dinheiro, dos negócios do marido, trouxe para a São Paulo
o hábito de beber. Depois do expediente, ela andava pela noite paulistana
cheia de conhaque. Mas, um dia, resolveu ir à Igreja. Depois disso se livrou das
duas coisas: da arma e da bebida. Aliás, de três coisas: também da angústia.
Eu costumo dizer que a Iolanda tem o poder de me alegrar. Ela chega aqui em casa, às segundas à tarde, sempre alegre, sempre rindo, sempre com uma palavra de otimismo nos lábios. Bendita, Iolanda! Além das mais belas unhas, também tem o poder de fazer sorrisos! O telefone da Iolanda é 7199.1708. Se você der sorte, talvez ela ache um tempinho na agenda pra fazer as suas unhas.
|
FALE COMIGO: isabel@isabelvasconcellos.com.br |
|
Home Page Meu Histórico Saúde Feminina Textos Meus Livros Memória Só Saúde Indicador de Saúde |