site da Isabel Vasconcellos

MAPA DO SITE: Inicio

Adolescente Mulher  Cérebro em Forma Coisas Bacanas Horoscopo Sexual  Indicador de Saude  Isabel Entrevistada  Janela da Paulista   Janela da Paulista II Juvenal Azevedo  Ligia Kogos  Marianne Pinotti Maria Jose Silveira  Memoria  Memoria II  Memoria III Meus Livros   Meus Textos I  Meus Textos II Meus programas de TV  Minha Historia Minha Gente Querida  Mulher Do Dia  OdontologiaGarone  Os Medicos  Paulo Jatene  Rádio Programas Atuais Revistas Meus Artigos   Sexologia  Sexo na Band TV   Sexo Sem Vergonha   So Saude   SoSaude na TV

 

Minha Gente Querida

Se você é um dos meus queridos e ainda não está nessa página, nem se importe, porque você, sem dúvida, estará... ah,se estará!!!

Turma dos queridos: 1. Iolanda, a manicure arretada/ 2. Esteban, que corta meu cabelo há..../ 3. Alessandra e Adriana/4.Luiza Erundina/5. Telespectadoras muito queridas/6.Tânia Santana/7.Albertina Duarte/8.Mônica Krausz/9.Norma Portal/10.Leda Cunha/11.Fátima Turci.

 

 

 

11. Fátima Turci

apresenta, de segunda a sexta, na Record News, o seu programa Economia&Negócios.

Foi minha colega, de 1999 a 2006, na Rede Mulher de Televisão e dividíamos o camarim.

Em todos estes anos trabalhando na mesma casa, Fátima e eu acabamos ficando muito amigas e esta amizade é um grande orgulho para mim.

(foto de Fabio Bertolozzi)

 

 

10. Leda Cunha

Em 2001, eu estava em Campos de Jordão com o Caetano, meu marido, para passar o final de ano. Hospedados no Hotel Orotur, íamos todas as noites ao bar do hotel ouvir o maestro Julio Cesar Figueiredo tocar e cantar. Estávamos lá quando essa senhora aí da foto se aproximou de mim e disse:

- Isabel! Eu tinha certeza que ia ter conhecer pessoalmente! Eu sou a Leda Cunha, telespectadora que sempre participa do teu programa fazendo perguntas.

Foi assim que começou uma grande amizade entre a Leda, seu marido Milton e nós.

Ficamos todos tão próximos que é na casa deles que, atualmente, Caetano e eu almoçamos no dia de Natal. (Muito mais sobre a Leda na página Memoria I (texto 12).

 

 

9. Norma Portal.

É a super gata aí ao lado.

Norma mora em Lisboa e nos conhecemos em agosto de 2007, através do chat da ALL TV.

Mas já estamos desconfiadas, nós duas, que nos conhecemos mesmo há muito, muito mais tempo, de outras vidas, tal é a nossa afinidade.

Norma já me prestou várias e comoventes homenagens. Criou um lindo vídeo sobre mim e colocou no Youtube, mandou presentes e discos maravilhosos de fado, que eu amo. Ela é fera no computador e faz montagens de imagens muito lindas.

Nos falamos sempre por telefone e por e-mail.

Clique na montagem à direita para ver o vídeo.

 

 

8. Mônica Krausz

Clique na foto à direita para ver a entrevista da Mônica ao Ronnie Von, no dia 12 de novembro de 2010.

 

O assunto é o mais novo livro dela: o Almanaque de OVNIs, ETs, Alienígenas e outros seres espaciais.

 

Clique na capa do livro para ouvir a entrevista dela à Band News FM.

 

Minha Visão da História da Mônica

Nunca entendi muito bem porque a minha tia Jeannette, irmã mais nova da minha mãe, (foto: Wanda e Jeannette em 1940) resolveu me dar a sua filha caçula como afilhada. Talvez porque, na época em que a menina nasceu, eu fosse militante da Juventude Estudantil Católica (JEC) ou simplesmente porque a minha tia mais querida confiasse em mim. Afinal, as madrinhas são as "substitutas oficiais" das mães.

Mônica de Almeida Krausz nasceu em 20 de novembro de 1967. Eu tinha 16 anos e fiquei absolutamente encantada com a beleza da filha mais nova da Jeannette.

Eu ainda não sabia que muitas coisas nos uniriam mais do que os laços formais da religião (que nenhuma de nós duas, hoje em dia, pratica mais).

Logo que ela começou a ir à escola seu talento para escrever se revelou.

Uma redação sua causou furor no colégio. Chamava-se "O Peixinho Valente". Como eu, ela começava sua carreira literária aos 7 anos de idade.

Foi nessa época que, em férias na praia, escrevemos juntas uma outra história. Essa foi um verdadeiro laboratório: nós duas e todas as amiguinhas dela inventamos a história.

Era "O Sorvete Mágico", que quase uma década depois, a Monica transformou em peça de teatro que foi encenada (ela trabalhou também como atriz) no Teatro Emilio Fontana, aqui em São Paulo e eu, na estréia, na platéia, me debulhei em lágrimas.

Mas o caminho dela era outro: cursou jornalismo, fez um breve incursão pela Tv (e não gostou muito de estar na frente das câmeras, mas gostou de escrever roteiros para a TV Cultura) e foi trabalhar no suplemento infantil do jornal O Estado de São Paulo, o Estadão.

De lá saiu para a editoria de uma revista infantil que se chamava Zá e, apesar de premiada, não sobreviveu aos anos 1990. Mas Mônica então, na década seguinte, se tornou diretora de redação de outra revista dirigida às crianças: a revista Gênios.

No caminho, foi distinguida pela mesma honraria dada ao Gilberto Dimenstein. Recebeu o título de "Jornalista Amiga da Criança".

São inúmeros os veículos de comunicação para os quais ela escreve atualmente, desde sites, passando por jornais e revistas.

São muitos os prêmios para os quais ela foi indicada e foi finalista assim como são muitos os seus trabalhos na área de jornalismo social.

Também são muitos os livros que ela já publicou, que vou listar no rodapé dessa página.

Outro dia ela descobriu o que mais temos em comum: eu nasci num dia 13 de maio, data da comemoração da libertação dos escravos no Brasil e ela, num 20 de novembro. data que relembra o herói negro da resistência à escravatura, Zumbi dos Palmares.  Somos brancas, de descendência européia, mas devemos ter alguma coisa a ver com as lutas pela liberdade... Pelo menos, somos progressistas e sempre nos posicionamos contra  os preconceitos e pela justiça social.

Monica trabalha também pela adoção das crianças sem lar.

Hoje ela vive afastada da bagunça da cidade grande, num condomínio verde, onde ela e o marido (Manoel Ochôa, diretor e professor de teatro) criam seu filho único, Vincent.

Manoel tem uma filha, já moça, de um relacionamento anterior.

 

Isabel, sábado, 20 de Novembro de 2010.

 

Clique aqui para ver o currículo completo dela.

 

 

7. Albertina Duarte

 

Conheci a Dra.Albertina em 1985, quando reuni lideranças feministas (e femininas, como queriam alguns grupos) para estruturar o meu programa Condição de Mulher, que estreou na TV Gazeta no dia 8 de dezembro daquele ano.

Foram as mulheres dos movimentos que me apresentaram a aquela médica que, como todas diziam, lutava pela visão integral da saúde da mulher na Medicina. Isso viria a se chamar "atenção integral à saúde da mulher" e seria objeto de muita briga por médicos ilustres como o Dr. José Aristodemo Pinotti. Naquele tempo, há mais de duas décadas, a mulher, para os médicos, era pouco mais que um útero e só se pensava na saúde feminina como sinônimo de maternidade sadia.

Albertina, em 1985, tinha 12 anos de formada, já trabalhava no HC e já era conhecida por suas posições progressistas. Como ainda vivíamos com a sombra da ditadura militar, para muita gente, ser progressista era ser perigoso e, ao mesmo tempo, corajoso.

Em todos esses anos, Albertina foi ficando conhecida, apareceu bastante na mídia, publicou vários livros e participou de inúmeros encontros e eventos feministas.

Quem convive com ela sabe que o telefone pode tocar no meio da madrugada. Pra ela, a madrugada foi feita para atender trabalhadoras no seu consultório de ginecologia. O dia, para dar expediente normal no HC, onde realiza um maravilhoso trabalho com adolescentes.

No ano de 2007, na Secretaria de Estado da Saúde, Albertina inventou a Balada da Saúde.

O evento acontece às segundas feiras e é mesmo uma balada, com Djs, rock e também atendimentos ginecológicos, psicológicos, além de palestras e grupos de discussão.

Albertina é um exemplo do médico dos nossos sonhos: alguém que cuida do nosso corpo e da nossa alma, ao mesmo tempo. Alguém compreendendo que a emoção também é química e que o contexto social onde nos inserimos muitas vezes é o responsável pelas nossas queixas físicas. Albertina trabalha por um mundo melhor. (vc assiste programas em vídeo exclusivos, com a doutora, na página So Saude.)

 

6. Tânia das Graças Santana.

Já nem me lembro mais quem me apresentou a ela, ou como foi, pela primeira vez, convidada de um programa meu. Sei que foi em 1994, logo depois da estréia da Rede Mulher de TV, que eu recebi essa médica baiana arretada e genial no meu programa Condição de Mulher:

 

Ela participou apenas algumas vezes e meu irmão Alvan (que era diretor do programa) já me disse para convidá-la para ser "fixa" no programa, participando uma vez por semana.

 

Defensora ferrenha da mulher, Tânia me ensinou muita coisa sobre as questões (médicas, sociais, culturais e políticas) que envolvem a Saúde Feminina. Ao longo dos anos, fomos ficando amigas.

 

Tânia lutou muito dentro da saúde pública, contra o preconceito e o anacronismo, para instalar seu ambulatório de sexologia na Hospital Pérola Byington. Este ano, ela completou 35 anos de formada e 60 de vida. Fomos ao aniversário dela. Estava linda, como sempre, ela e a festa.

 

5. Telespectadoras muito queridas:

Esta simpatia aí da foto é a minha amiga Raquel Biorke.

Nós nunca nos vimos pessoalmente.

Ela mora em Campinas e ainda não tivemos a oportunidade de nos encontrarmos.

Raquel, porém, era presença constante em meus programas Saúde Feminina da Rede Mulher de TV, através da perguntas que fazia aos médicos convidados, por telefone. E é presença constante também hoje através do chat da ALL TV em meu programa Só Saúde.

Raquel trabalhou muito, em janeiro de 2006, pela minha eleição de melhor jornalista da Internet e eu lhe sou muito grata por isso e também pelo enorme carinho que se criou entre nós.

 

 

Tem também as telespectadoras que estão sempre prestigiando a gente, sempre enviando mensagens de apoio e de amizade. Aqui, duas delas:

Sonia Mine, à esquerda e

Vera Camolesi, à direita.

 

 

 

 

Cássia de Araújo Cordeiro (foto à esquerda) é uma telespectadora muito querida e que me ajudou muito na campanha para me eleger a melhor jornalista da Internet.

Ela esteve nos estúdios da All TV para que pudessemos nos conhecer pessoalmente. A foto foi feita lá.

 

4. Luiza Erundina

Foi quando eu era jovem, sofria ao ver o Brasil sob a mordaça da ditadura militar, ajudava no que podia, escrevia no jornal sob censura, os amigos eram todos de esquerda, simpatizantes ou militantes e os movimentos de mulheres organizadas começavam a botar a cabeça pra fora. Isso era no meio da década de 1970.

Nessa época comecei a ouvir falar numa nordestina que despontava como liderança política popular e se destacava entre as mulheres. Não podia, então, imaginar que ela seria a primeira mulher eleita para a prefeitura da cidade de São Paulo. Assim como também não podia imaginar que o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, outro nordestino barbudo, seria um dia presidente do país. No comecinho dos anos 1980, o Partido dos Trabalhadores era uma esperança para aqueles que, como eu, acreditavam que fosse possível construir um mundo mais humano e socialmente mais justo. Luiza Erundina encarnava esta esperança.

Ninguém imaginava. Mas meu irmão Alvan, com aquela sua perspicácia e sacação, me disse, um dias antes das urnas: "Bel, a Erundina vai ganhar essa eleição". As pesquisas não confirmavam. Mas ela ganhou. A festa foi aqui, bem debaixo das minhas janelas, na Paulista, com direito à choppinho grátis pra todo mundo.

Mas foi apenas nos anos 1990 que eu a conheci pessoalmente.

Foi numa entrevista, na Rede Mulher de Televisão.

E fiquei muito, muito impressionada com seu carisma, com sua simpatia, com a sua presença marcante, única.

Ela transpira força.

É uma mulher maravilhosa.

3.Adriana e Alessandra Mazzoni

 

Um dia o Caetano, meu marido, me disse: "Você precisa levar as minhas dentistas ao seu programa". Ele as conhecera porque tinham consultório pertinho da empresa onde ele trabalhava. São duas irmãs dentistas: Adriana (foto à direita) e Alessandra Mazzoni. (foto à esquerda)

Ambas, por coincidência (mas coincidências não existem) haviam sido discípulas daquele que era meu dentistas desde que eu tinha 9 ou 10 anos de idade: Dr. Sérvio Túlio Negrão.

Bom, eu respondi, se elas foram discípulas do Negrão, devem ser ótimas.

E as convidei. Isso foi em 2002.

De lá para vá, Adriana e Alessandra passaram a ser figuras obrigatórias nos meus programas de TV. Porque elas conquistaram isso. Com sua competência, com sua simpatia, com sua facilidade de comunicação. Muita gente pensa que são gêmeas, mas não são.

Nesses anos de convivência, as duas irmãs conquistaram não só o meu público, mas, principalmente, o meu coração.

Alessandra é mais reservada.

Adriana transborda carinho.

Mas, as duas irmãs, a quem eu passei, com o tempo, a chamar de "as minhas meninas", se tornaram muito, muito minhas amigas, muito queridas, muito amadas. Adriana até me substituiu, neste ano, algumas vezes na apresentação do Só Saúde, quando meu marido esteve doente e precisou mais da minha dedicação.

As minhas meninas são lindas, competentes, generosas, muito humanas, muito bem educadas... são pessoas especiais, um dos meus privilégios nesta vida é a convivência com elas.

Alessandra tem uma carreira acadêmica, é esforçada. Adriana divide seu tempo com o palco, como atriz de teatro. E é uma ótima atriz.

Sou uns 20 anos mais velha que elas. Por isso as chamo de meninas. É o meu jeito de explicitar o enorme carinho que elas geraram em mim. E quando eu digo "as meninas", quem me conhece bem sabe de quem eu estou falando...

 

 

2. ESTEBAN, QUE CORTA O MEU CABELO HÁ ... séculos!

 

Esta simpatia de pessoa nas fotos é o Esteban. Ele nasceu em Buenos Aires. A família dele trabalha com couros e com peles, mas a mãe tinha um salão de beleza. Ainda criança, Esteban descobriu, no salão de sua mãe, a sua vocação. Jovem, trabalhou como cabeleireiro, mas este não era o sonho de sua mãe, ela queria que Esteban estudasse, virasse doutor. E lá foi o nosso herói fazer arquitetura. Mas, realmente, não era a praia dele. Então ele foi para o teatro e brilhou, por algum tempo, nos palcos de Buenos Aires.

Em 1980, desiludido com a política de seu país, resolveu passar uma época no Brasil. Hoje, ele se diz argentino mas com muito, muito de brasileiro. Só voltou à Buenos Aires, várias vezes, a passeio.

Foi no Brasil, em S.Paulo, que Esteban redescobriu a sua vocação para fazer as mais belas cabeças femininas.

Engraçado como eu o descobri. Foi em 1995. O meu cabeleireiro de então estava me enrolando. O corte chanel (que uso até hoje) já não estava no auge da moda e o meu cabeleireiro se recusava a fazê-lo do jeito que eu gosto: com a nuca batida e mais alto no topo da cabeça. Muito brava, comecei a telefonar para todos os salões chiques da cidade e perguntava às recepcionistas se, naquele salão, existia algum profissional que fizesse o corte que a cliente quisesse e não o que ele quisesse. As respostas eram sempre evasivas porque a maioria dos profissionais quer sim mandar no nosso cabelo. Mas, quando eu liguei para o Jacques&Janine da Rua Cubatão (que hoje está no Shopping Paulista), a moça foi decidida: - Tem sim, senhora - ela respondeu - é o Esteban.

Marquei hora com ele e fui lá. E nunca mais quis saber de outro cabeleireiro. Até hoje, todos os meses, quem mantém meu cabelinho chanel que eu adoro é o Esteban, que, agora, está de volta ao salão onde começou: O Jacques&Janine numero Um, que fica ali na Augusta, quase esquina com a Oscar Freire. Beijos e beijos pro Esteban. Meu amigo. Se você também quer um profissional de primeira, que respeita o que você pensa que deva ser o seu cabelo, ligue pra ele. (011)3082.6133. Aposto que você não vai se arrepender!

 

 

 

1. Iolanda, a manicure arretada

(e a bacia da Ana Maria Braga)

 

Iolanda nasceu em Guaramuns (é, na terra dele) e sua avó paterna tinha o sobrenome Ignácio da Silva.

Cresceu, lá, na lavoura de sua família. Casou-se e começou a se matar de tanto trabalhar. Cuidava dos negócios do marido e também da casa, onde viviam 12 pessoas, algumas que trabalhavam para o casal e outras que eram da família. O marido a maltratava, exigia que ela trabalhasse demais, não tinha carinho e ela foi se cansando. Um dia,- num gesto feminista de libertação-  catou os dois filhos pequenos e a empregada fiel e, com eles, se mandou para São Paulo. Aqui, ela tinha um compadre, do qual ajudara a criar os filhos. Ele arrumou para ela um emprego de servente na TV Record. Isso foi em 1993. Mas o negócio da Iolanda, desde criança, era fazer unhas. Pequenininha, lá na terra do Lula, ela já fazia as próprias unhas com a tesourinha da irmã. Logo, logo, os artistas e os diretores da Record começaram a descobrir o talento da moça, que fazia as unhas deles depois do expediente. E, assim, de servente ela passou a ser a manicure da TV Record. O Raul Gil, quando se mudou para a Bandeirantes, exigiu que Iolanda passasse a ir ao Morumbi para continuar fazendo as unhas dele. Ela fez as unhas de Adriane Galisteu, de Eliana, de muitos atores de novela. Todo mundo adora. As minhas unhas ela já faz há muitos anos e, um dia, trouxe, para fazer os meus pés, uma bacia que a Ana Maria Braga esqueceu na Record quando se mudou para a Globo. (Ana, se você quiser a bacia de volta é só pedir, viu?). E eu faço os meus pés na bacia da Ana. Que honra, hein?

Iolanda, que, na sua terra, andava armada para se proteger dos assaltantes quando ia fazer as cobranças, em dinheiro, dos negócios do marido, trouxe para a São Paulo o hábito  de beber. Depois do expediente, ela andava pela noite paulistana cheia de conhaque. Mas, um dia, resolveu ir à Igreja. Depois disso se livrou das duas coisas: da arma e da bebida. Aliás, de três coisas: também da angústia.

Eu costumo dizer que a Iolanda tem o poder de me alegrar. Ela chega aqui em casa, às segundas à tarde, sempre alegre, sempre rindo, sempre com uma palavra de otimismo nos lábios. Bendita, Iolanda! Além das mais belas unhas, também tem o poder de fazer sorrisos! O telefone da Iolanda é 7199.1708. Se você der sorte, talvez ela ache um tempinho na agenda pra fazer as suas unhas.

 

 

MAPA DO SITE: Inicio

Adolescente Mulher  Cérebro em Forma Coisas Bacanas Horoscopo Sexual  Indicador de Saude  Isabel Entrevistada  Janela da Paulista   Janela da Paulista II Juvenal Azevedo  Ligia Kogos  Marianne Pinotti Maria Jose Silveira  Memoria  Memoria II  Memoria III Meus Livros   Meus Textos I  Meus Textos II Meus programas de TV  Minha Historia Minha Gente Querida  Mulher Do Dia  OdontologiaGarone  Os Medicos  Paulo Jatene  Rádio Programas Atuais Revistas Meus Artigos   Sexologia  Sexo na Band TV   Sexo Sem Vergonha   So Saude   SoSaude na TV