Isabel
Vasconcellos
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VEM AÍ MEU OITAVO LIVRO, "MERGULHO NA SOMBRA - DEPRESSÃO NAS FASES DA VIDA DA MULHER" , escrito em parceria com o Prof.Dr.Kalil Duailibi e em versão para leigos. Toda a explicação biológica e também sociocultural da depressão na mulher e mais muitos contos onde a depressão é personagem. Editado pela pela Cultrix. Já está no forno!
Clique para ouvir a entrevista de 27 de agosto à Rádio Inconfidência, sobre o livro. Essa é a primeira entrevista, dada à jornalista Déborah Rajão. (foto)
O Fantasma da Paulista
Clique aqui para ouvir o Fantasma na Rádio USP FM
Clique aqui para ver o Fantasma no programa do Amaury Jr.
Clicando na capa do livro, você vê vídeos sobre o nascimento do Fantasma.
Clicando na foto, vê o vídeo do coquetel de lançamento.
(foto: Eu, o Fantasma e a bisneta do Fantasma)
O FANTASMA DA PAULISTA
É o fantasma de Joaquim Eugênio de Lima, criador da avenida, passeando no tempo. E, assim, se descobre a verdadeira história da avenida que é símbolo de São Paulo e, ao longo de seus 117 anos, teve várias faces.
O prefácio é da Dra. Ligia Kogos, que, depois de ler os originais, disse:
"Encantei-me particularmente pela maneira que você recriou o aristocrático cavalheiro do sec 19, suas maneiras , sua linguagem , apaixonei-me por ele! O livro será um sucessso !"
Foto da Capa:A
avenida com sua primeira casa construída (à esquerda) é a foto da capa, tirada
por Gaenslye-Lindemann no final do século XIX e pertence hoje ao acervo da
Fundação Energia e Saneamento.A editora é a República Literária e o projeto gráfico de
Augusto Stiel Neto.
foto: O Fantasma (vivido por Mauro Wassilievsky Caetano) e eu
Clique na foto para ver a Noite de Autógrafos do Fantasma no Edifício Paulicéia, que comemorava seu cinquentenário.
(clique na foto para ver a entrevista)
A história do Fantasma da Paulista é cheia de coincidências. Mas eu nunca poderia imaginar que aquela apresentadora da TV Unisanta, do litoral paulistano, que me entrevistou quando eu lancei o "Sexo Sem Vergonha" era... meu Deus... tataraneta do meu Fantasma. Então, quando descobrimos isso, eu fui à Santos para dar uma entrevista a ela sobre o nosso livro... Muito bacana. Ela é Mônica de Lima Azevedo, a apresentadora do programa "Arte de Viver", no ar na Baixada Santista e em todo litoral sul de São Paulo.
Na foto, Mônica, eu e o famoso quadro da inauguração da Avenida Paulista.

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Segunda-Feira, 30 de Março de 2009
Aos 50, Pauliceia ganha festa e memorial
Edifício, que faz conjunto com o São Carlos do Pinhal, é ícone da Paulista
Vitor Hugo Brandalise
Entre fins da década de 1990 e o início dos anos 2000, o conjunto de edifícios
Pauliceia e São Carlos do Pinhal, um dos poucos condomínios residenciais
remanescentes da Avenida Paulista (são somente 11, entre 102 comerciais), esteve
cotado para implosão. "A estrutura estava abalada, com falhas no concreto e
problemas nas caldeiras e casa de máquinas", conta o atual síndico, o sociólogo
Claudionor Oliveira. "Tomamos consciência depois que as pastilhas da fachada
começaram a ruir. Colocamos a mão no bolso." A reforma, que custou R$ 1 milhão
em 2005, mexeu não só com a estrutura dos prédios, mas com a consciência dos
moradores - foi a partir dali que surgiu a ideia de comemorar, neste ano, o
cinquentenário do edifício, com lançamento de livro e coquetel. Até o fim de
2010 está prevista a construção de um memorial ao conjunto, iniciativa inédita
em prédios residenciais na cidade.
Na festa dos 50 anos, realizada na sexta-feira, com jantar servido pelo
restaurante Porto Rubaiyat, foram contadas uma história conhecida - a do
surgimento da Avenida Paulista, mostrada num vídeo - e causos inusitados sobre o
conjunto. Como quando um artista, líder da Jovem Guarda, teria tentado alugar
uma das unidades. "O Roberto Carlos ouviu um ?não?, ué. Ficamos com medo da
bagunça e negamos", conta, entre risos, Manuel dos Santos, de 78 anos, zelador
do prédio na época e morador mais antigo do edifício. "Sempre foi um prédio
familiar. Desculpas ao Rei, mas na época procuramos atuar com zelo."
Durante a comemoração, fechada para os 450 moradores das 240 unidades dos
prédios, também foi lançado o livro O Fantasma da Paulista, da escritora e
apresentadora Isabel Vasconcellos - moradora do Pauliceia desde 1984 -, cujo
enredo é ambientado no conjunto. Como protagonista do livro, o fantasma do
engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, idealizador da Paulista, fundada em 8 de
dezembro de 1891. "O hibisco que temos na praça entre os dois prédios é parte
importante da história. Embaixo dele fica o tesouro que o fantasma de Joaquim
procura, um tesouro que, no livro, influenciará o desenvolvimento do País",
conta.
Para lembrar a história dos edifícios - projetados por Jacques Pilon e Giancarlo
Gasperini, com construção iniciada em 1956 e encerrada em 1959 -, está sendo
construído um memorial, no térreo do São Carlos do Pinhal. "Temos a pesquisa
histórica e agora estamos juntando objetos dos anos 50, para situar o prédio no
tempo", diz o síndico. No térreo do Pauliceia, está sendo montada uma
biblioteca. "Sabendo da história do local onde vivem, os moradores vão
valorizá-lo ainda mais." O conjunto é tombado pelo órgão estadual Condephaat e
está em processo de tombamento pelo órgão de proteção municipal Conpresp.
No conjunto - "o mais filmado do Brasil", como se gabam os moradores, por ficar
em local utilizado por emissoras de TV para passagens externas, ao lado do
prédio da TV Gazeta -, já viveram personalidades como o marchand Pietro Maria
Bardi, o ator Marco Nanini, o maestro Diogo Pacheco e os cantores Paulo Sérgio e
Wilson Simonal. "Mesmo nos piores momentos, sempre foi difícil encontrar
unidades. Hoje, não há nenhuma à venda", diz o síndico.
Outro motivo de orgulho para os moradores é o local onde o conjunto foi
construído: o terreno de 500 m² é o mesmo em que ficava o primeiro casarão
construído na avenida, pertencente ao empresário dinamarquês Adam Von Bullow,
antigo dono da cervejaria Antarctica. "Completamos 50 anos com intenção de que
dure bem mais que outros 50", diz outra moradora, Clotilde Pelosini, de 74 anos,
proprietária de um apartamento no local desde 1960. "Essas histórias não podem
morrer."
MODERNISTAS
Os dois prédios (gêmeos, com vão de 30 metros entre eles) são perfeito exemplo
de arquitetura moderna. Apresentam fachada com linhas retas, sem ornamentos;
pilotis no térreo, para liberar passagem para a praça entre os dois prédios;
janelões de 4 metros por apartamento, que não permitem distinguir os diferentes
tamanhos entre as unidades (entre 70 m² e 194 m²). Persianas de madeira e
pastilhas coloridas na fachada são outras características que distinguem os
prédios, em meio aos envidraçados da avenida.
Hoje, as instalações estão bem conservadas e os jardins internos, com curvas
inspiradas no estilo de Burle Marx, impecáveis. Bem diferente da situação
encontrada na década de 1990, auge do processo de degradação - na época, eram
comuns intervenções dos bombeiros, chamados para resfriar, com mangueiras, as
antigas caldeiras do conjunto. "Reformamos mantendo a originalidade do projeto
inicial. Aliás, nem se quiséssemos conseguiríamos mudar muito. Basta começar uma
reforminha que desce um enxame de arquitetos moradores, para dar recomendações",
conta o síndico. "Mas não é incômodo, ajudam a deixar os prédios como eles devem
ser."
NÚMEROS
450 pessoas
moram nos edifícios
240 unidades
são distribuídas em duas torres
R$ 1 milhão
foi o custo da reforma
2010 é a data
prevista para a finalização do memorial aos prédios
0 m² é a área
da menor unidade
194 m² é o tamanho
da maior

De Abrigo das Elites à
Passarela do Povo
por Isabel Vasconcellos
Há quase 120 anos passados, quando a Avenida Paulista foi inaugurada, ela estava destinada a ser, como dizia o seu criador, “o abrigo das elites”.
Durante todo o século passado, a Avenida foi sofrendo sua lenta transformação.
Nos anos 1950, quando os primeiros prédios residenciais começaram a substituir algumas das ecléticas mansões dos ricos paulistanos, houve quem dissesse que aquilo era o começo do fim da avenida.
Mas, como as lagartas que se tornam borboletas, a avenida estava passando por sua mais maravilhosa metamorfose. Se parecia morrer, estava renascendo.
Depois dos prédios residenciais, rapidamente, outras antigas mansões foram sendo derrubadas para ceder espaço aos espigões comerciais.
No começo dos anos 1970, a Avenida passou por uma repaginação, ganhou a programação visual que conserva até hoje, exceto pelas calçadas de mosaico português que foram, em 2007, substituídas por modernas (e planas) calçadas de concreto.
Na década de 1980 o patrimônio histórico acordou. Sobravam pouquíssimos exemplos das mansões da Paulista. Começaram os tombamentos e também as explosões das bombas na madrugada.
Quem tinha resistido e conservado sua mansão para ver ainda mais valorizado o terreno (que, nessa época já valia 10 mil dólares o metro quadrado), de repente, podia perder o rico patrimônio. O jeito era destruir as casas na calada da noite. Foi o que aconteceu com a casa dos Matarazzo e com a que estava no terreno onde hoje está o prédio azul do Citibank.
Se as mansões eram eufemisticamente chamadas de “ecléticas” devido à salada de estilos que ostentavam, os enormes prédios que as substituíram apresentam as mais diversas tendências arquitetônicas da segunda metade do século XX.
A avenida teve ainda dois marcos visíveis de vários pontos da cidade: No final dos anos 1960 foi instalado o enorme relógio digital (uma absoluta novidade) no alto do Conjunto Nacional e pouco mais de uma década depois, sobre o prédio da Fundação Casper Líbero, surgiu a imensa torre da Rede Globo.
Hoje o relógio está apagado e a torre da Globo é apenas uma entre as muitas torres que foram nascendo sobre os prédios.
Foi em 1977 que se iniciou a tradição de comemorar ou protestar na avenida. Nesse ano, depois de amargar 20 anos de derrotas, o Corinthians finalmente venceu o Campeonato Estadual de Futebol e sua torcida parou a avenida, na altura do prédio da Cásper Líbero, para comemorar.
De lá para cá, quase todas as comemorações, passeatas e protestos têm por cenário a Paulista.
Os estudantes de todo o país lotaram suas duas pistas para o Fora Collor, na década de 1990. Foi ali também que Luiza Erundina e Lula comemoram suas vitórias respectivamente para a prefeitura de São Paulo e para a Presidência do Brasil.
Não passa mais de uma semana sem que haja algum tipo de manifestação na Avenida, apesar de a Prefeitura já ter transferido algumas festas que eram realizadas ali para outros locais e de querer impedir que a Paulista continue a ser o palco de festas e protestos.
A tradição fala mais alto.
Quando Joaquim Eugênio de Lima, um urbanista, jornalista e aristocrata, que enxergava adiante de seu tempo, idealizou e construiu a Avenida Paulista, num dos pontos mais altos da cidade, queria que a elite paulistana construísse ali suas casas. E foi exatamente o que aconteceu. Mesmo quando as mansões cederam lugar aos prédios comerciais, a Avenida continuou sendo o berço de parte da riqueza nacional.
O que Eugênio de Lima não poderia imaginar é que, de abrigo das elites, a Avenida se transformasse em passarela do povo, por onde caminham mais de um milhão de pessoas por dia e de onde as manifestações populares ecoam para o resto do Brasil.
Aposto que ele adoraria...
"Depressão na Mulher" foi escrito com o Dr. Kalil Duailibi, psiquiatra e professor da Unisa. O livro trata da doença depressão nas diversas fases da vida das mulheres, infância, adolescência, vida adulta, gravidez e terceira idade. Porém, para se compreender completamente porque as mulheres têm, hoje em dia, muito mais depressão do que os homens, também é preciso compreender o contexto sócio-cultural em que estão inseridas as mulheres modernas. Nunca a vida exigiu delas tantos e tão diferentes papéis.
Com prefácio do Dr. Edmund Chada Baracat, professor titular de ginecologia da USP e da UNIFESP.
Editora Segmento, 2007
clique
na capa do livro para ver video da entrevista à Monica Azevedo sobre ele.
Novo: Ouça a entrevista à Simone Arrojo, Rádio Tupi, sobre o livro. Clique aqui.
"Todas As Mulheres São Bruxas" é o meu quinto livro publicado.
Nele você encontra dicas para desenvolver este maravilhoso dom
que a natureza deu as mulheres: o sexto-sentido.
E, ainda, várias histórias sobre as muitas bruxarias que as mulheres praticam, consciente ou inconscientemente, no cotidiano.
A proposta de é levar a contribuição feminina para o mundo construído pelos homens, onde predomina a agressividade, a competição bruta e a guerra.
O mundo anda precisando da sabedoria feminina, de mais paz e mais docilidade.
Os homens descobrem segredos femininos e as mulheres redescobrem a bruxa que há em cada uma delas.
Leia. Você vai gostar. Dicas para despertar a bruxa em cada mulher e mais contos superinteressantes sobre as bruxas modernas.
Soler Editora, 2006
Fui recebida por Dárcio Arruda, na Rede TV+, para falar sobre os meu livro "Todas As Mulheres São Bruxas".
No evento "Só Para Mulheres" realizado no Palácio das Convenções do Anhembi, a convite da vereadora Miriam Athyée, realizei a palestra "Todas As Mulheres São Bruxas". O auditório lotou. O que, de certa maneira, demonstra que somos mesmo... risos...
Clique na capa do livro para ver uma entrevista de TV (para Monica Azevedo Lima) e clique aqui para ouvir entrevista à Marcello Bittencourt na Rádio USP)
Muitos contos eróticos, recheados de sensualidade e ilustrativos da proposta do livro que é uma análise da repressão sexual sofrida pelas mulheres por milênios.
A compreensão da diferente
visão que homens e mulheres têm do sexo e a enorme confusão que isso causa nos
relacionamentos afetivos, amorosos e até nos casamentos.
Estive no programa do Otávio
Mesquita, na TV Bandeirantes, "A Noite É uma Criança", para falar sobre sexo . A entrevista ocupou dois
blocos do programa. Para assisti-la, clique na foto.
A discussão da
monogamia e do sexo grupal. O sexo como alívio, como moeda e como deveria ser:
por prazer.
Com prefácio da Dra. Tânia
Santana, ginecologista responsável pelo setor de Sexologia do Hospital Pérola
Byington.
Soler Editora, 2005
clique
na capa do livro para ver vídeo de entrevistas sobre ele.
Como e porque a menstruação é, ao contrário do que se pensa, um fenômeno restrito às mulheres modernas e o que significa, afinal, menstruar muitas vezes mais, durante da vida reprodutiva, do que nossas antepassadas.

Tudo sobre a menstruação, os problemas que ela causa (cólicas, TPM, endometriose).

A polêmica da suspensão da menstruação.
Os métodos contraceptivos.
E mais contos onde o principal personagem é o ciclo menstrual.
Com prefácio do Dr. Dirceu Mendes Pereira, médico especialista em reprodução assistida.
Editora Mercuryo, 2003
clique
na capa do livro para ver um vídeo com entrevistas e reportagem sobre ele.
Um romance sobre as mães que têm filhos especiais. O romance é ficção e seus personagens são invenção. Mas, enquanto rola a história, você vai conhecendo a história verdadeira da Sociedade Pestalozzi de São Paulo, que, há meio século, cuida de centenas de crianças especiais preparando-as para uma adequada inserção na sociedade.
Editora Universal, 2002
clique na capa do livro para ver vídeo com reportagem sobre ele.
Clique aqui para ver um programa de TV que fala do livro, com Pedro Mariano (filho da Elis), Marcelo Parada e eu, entrevistados por Ricardo Corte Real, em 2000. Bem interessante!
Uma seleção dos melhores contos que escrevi de 1977 a 1997. Alguns deles publicados na imprensa, outros inéditos até então. Mas quase todos centrados nos conflitos, nos anseios, nos sentimentos e emoções femininos.
Com prefácio do psiquiatra Paulo Gaudêncio, colunista do jornal O Dia e da Revista Nova, autor de várias obras.
Editora Scortecci, 2000.
Para comprar (por 10 reais com frete incluso) os poucos exemplares que restam dos livros "O Fantasma da Paulista", "Todas As Mulheres São Bruxas" ou "Sexo Sem Vergonha", clique aqui.